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Saldo comercial segue em alta no mês

20 de junho de 2016

Balança brasileira registrou superávit de US$ 974 milhões na semana passada, o que elevou o resultado positivo de junho para US$ 2,35 bilhões.

São Paulo – A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 974 milhões na semana passada, resultado de exportações de US$ 3,954 bilhões e importações de US$ 2,98 bilhões. Com isso, o saldo positivo acumulado em junho subiu para US$ 2,349 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20) pela Secretaria de Comércio Exterior do governo federal (Secex).

As vendas externas na terceira semana do mês renderam US$ 790,8 milhões em média por dia útil, um crescimento de 7,2% em relação à média das duas primeiras semanas de junho. Houve aumento dos embarques de produtos básicos e semimanufaturados, como soja em grãos, minério de ferro, petróleo bruto, farelo de soja, café, açúcar bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas e óleo de soja.

Ocorreu, no entanto, queda nas exportações de itens manufaturados, especialmente de automóveis, veículos de carga, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, e polímeros básicos.

Na seara das importações, a média diária da terceira semana ficou em US$ 596 milhões, um crescimento de 5,3% em comparação com a média do acumulado nas duas primeiras semanas do mês.

De acordo com a Secex, ocorreu aumento das compras externas de combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, adubos e fertilizantes, plásticos e siderúrgicos.

Acumulado

No acumulado de junho até a terceira semana, as exportações brasileiras somaram US$ 9,858 bilhões, com média diária de US$ 758,3 milhões, um recuo de 18,9% sobre a média por dia útil registrada em junho do ano passado. As importações ficaram em US$ 7,509 bilhões, ou US$ 577,6 milhões por dia, em média, uma queda de 19,7% na mesma comparação.

No ano, as exportações chegaram a US$ 83,351 bilhões, e as importações, a US$ 61,341 bilhões, resultando num superávit de US$ 22,01 bilhões. Em comparação com o mesmo período de 2015, as vendas externas caíram 5,6%, e as compras, 29,8%, ambas pela média diária.